Um pouco de história (3)
Por isso, agora sim, vamos a números: até há bem pouco tempo, trezentas mil mortes por ano nos Estados Unidos, cinquenta mil na Grã-Bretanha e cem mil no Brasil, etc. A lista é longa e os valores ultrapassaram o inimaginável tolerável.
O vício não se contenta em “ceifar” na carteira, a saúde desaparece igualmente pelo mesmo “cano”. Pelo que as consequências também arrepiaram os cofres do(s) Estado(s). O reverso do brilhante negócio acarreta prejuízos que rondam os milhares de Euros por cada doente e a dimensão do orçamento estatal comprometido obrigou o executivo a pensar melhor. Foram então legisladas medidas redutivas, consciencializando os consumidores sobre os efeitos perniciosos do tabaco e, recentemente também em Portugal, alicerçadas nobres poupanças na saúde dos fumadores passivos (sob protestos dos fumadores). Já agora: num futuro próximo, soluções igualmente intransigentes são a considerar perante o fenómeno consagrado ao álcool, apesar da forte pressão exercida por parte das associações / institutos vitivinícolas.